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XIº Encontro de Escritores do Mercosul, em Puerto Iguazu – Argentina

XIº Encontro de Escritores do Mercosul

Prospecto de divulgação do Parque Nacional de Iguazu 21_21015292

Prospecto de divulgação Parque Nacional Iguazú

Prospecto de divulgação do Parque Nacional de Iguazu 20151021_21021806

Prospecto do Parque Nacional Iguazú 2

Prospecto Parque Nacional de Iguazu 20151021_21025651

Prospecto Parque Nacional Iguazú. Visão das Cataratas pelo lado argentino

Programa do XI Encontro de Escritores do Mercosul20151021_21032099

Prospecto Parque Nacional Iguazú. Visão das Cataratas pelo lado argentino.

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Portaria de acesso ao local do evento

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Partindo para participar do encontro.

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Encontrando o amigo Jefferson Dieckmann

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Momentos de abertura do evento.

Nos dias 09, 10, 11 e 12 do mês corrente, teve lugar na cidade de Puerto Iguazú, província de Misiones, no vizinho país Argentina, o XIº Encontro de Escritores do Mercosul. Na ocasião, o grupo Escritibas na Rua esteve representado por Jefferson Dieckmann e por esse escrevinhador. No dia 10 tive a oportunidade de proferir palestra sobre o evento histórico denominado Guerra do Contestado. Nos dias 09 e 10 as atividades tiveram como palco o antigo Hotel Cataratas, situado no interior do Parque Nacional de Iguazu, em território argentino.

Os dois últimos quadros fazem parte de uma visão ampla dos caminhos de acesso aos vários pontos das Cataratas, especialmente pelo trenzinho que leva os visitantes aos pontos mais distantes. Uma passarela, com estrutura em aço, apoiada sobre colunas de concreto fincadas no leito do rio, leva o turista até um ponto distante poucos metros da chamada Garganta do Diabo, vista de cima. É uma visão impressionante. A extensão da passarela é de 1500 m. Existe um bom número de cadeiras sobre rodas, para transportar os deficientes até a beira do grandioso espetáculo das quedas. Eu fui até lá, graças ao próprio chefe dos Guarda parques e um outro voluntário que se encarregaram de me transportar até o local.

No momento, o céu estava nublado e soprava vento em sentido contrário da correnteza, fazendo cair sobre os visitantes uma verdadeira chuva de respingos, molhando a todos, mas ninguém se importava com isso, pois a visão vale a pena. Gravei um vídeo da queda das águas e seu barulho ensurdecedor. Vou publicar no youtube, pois aqui o tamanho excede o limite permitido no site.

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No caminho de retorno da Garganta do Diabo, ao lado do Chefe dos Guarda parques argentinos.

Se a visão das Cataratas do Iguaçu, pelo lado brasileiro já é impressionante, eu afirmo, pelo lado argentino, a sensação é infinitamente mais grandiosa, pois pode-se ver a água precipitando-se desde poucos metros de distância, para as profundezas da Garganta, num torvelinho inacreditável. Elas formam um espetáculo incomparável. Se num dia nublado já é algo fantástico, imagino se a visita tivesse ocorrido em dia de sol  e céu limpo. Sem dúvida a grandiosidade da vista seria ainda mais impressionante.

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Vista de braço do Rio Iguaçu, no lado argentino, de sobre a passarela.

 Uma linha tracejada no prospecto indica a divisão do rio e mostra claramente que o lado argentino das Cataratas é muito mais amplo, com maior número de quedas e braços do rio. Aos Guarda Parques devo dar os sinceros parabéns pela gentileza com que nos trataram e a dedicação com que se empenham no trabalho que se propõe fazer. Há um único senão a destacar. Os caminhos pelo interior da área, são péssimos. O deslocamento dos turistas é feito utilizando um trenzinho especial que percorre toda a área. Os únicos automóveis que circulam pelo interior, são os utilizados pelos guardas.

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Passarela e vista do rio, a caminho da Garganta do Diabo

Uma senhora de nome Elza, natural de Posadas e eu tivemos a honra de sermos levados até a passarela, ida e volta, pelo próprio chefe dos guardas, no automóvel de seu uso. Os demais foram de trenzinho.