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Fantástico mundo novo! – Vol. III – Recomeço em Orient. Cap. VIII – Novos avanços em Orient.

  1. Novos avanços em Orient

 

Em prazo menor do que o previsto, os obstáculos foram superados. Naves, capazes de mover-se com velocidades bem próximas à da luz, haviam sido desenvolvidas e os autômatos, integrados à parte interna da nave, mas que, depois do possível pouso em algum local remoto, poderiam desprender-se e executar algumas tarefas no exterior. Poderiam ser programados para agir de modo autônomo por algum tempo, antes de precisarem se reconectar ao sistema da nave e transferir as informações coletadas aos dispositivos de memória central. Isso permitiria a realização de explorações em lugares situados a distâncias consideráveis, mesmo que houvesse necessidade de ficar algum tempo sem contato com a nave, por conta da distância. Não havia como enviar comandos por outro meio que não fossem as ondas eletromagnéticas.

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Fantástico Mundo Novo – Volume III- Recomeço em Orient. Capítulo V – Colônias recebem denominação.

05. Colônias recebem denominação.

 

Durante as reuniões mantidas com a equipe administrativa central, nos dias subsequentes ao retorno, Mink sentiu falta de uma denominação para as várias colônias. Sempre era necessário citar os nomes dos membros e nem sempre todos tinham em mente todos os nomes.  Isso criava algumas dificuldades de comunicação, quando se tratava de um ou outra colônia. Em dado momento pediu um instante de silêncio e propôs:

  •  Devemos providenciar um nome para cada colônia, bem como uma denominação para a colônia aqui de perto do lago. Isso tornará mais fácil nossas comunicações e evitará enganos de encaminhamentos de algumas decisões.
  •  E como iremos fazer essa escolha de nomes? Vamos assumir esse encargo, ou pediremos que o povo escolha o nome? – Perguntou o ministro Gamal.
  •  Creio que seria conveniente deixar essa escolha a critério do povo, – sugeriu Cassiel intervindo.

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Fantástico Mundo Novo- Vol. III – Recomeço em Orient, Cap. VII – Conquista do espaço segue.

  1. Conquista do espaço segue.

 

Os componentes da equipe de tripulantes, dividiam-se em dois grupos. Dois permaneciam na nave, enquanto os outros quatro saiam em expedições de exploração pelas regiões mais próximas. Levavam dispositivos elétricos, capazes de disparar descargas, cujo efeito seria de paralisar e pôr fora de ação algum animal agressivo. Sabia-se muito pouco e a cada instante deparavam-se com exemplares representantes da fauna ou flora de Luxor. Havia flores e também frutos. As árvores não eram exageradamente altas, pelo menos na região onde haviam pousado. Afastavam-se até distâncias consideradas seguras, para o caso de ser preciso retornar depressa. Andavam sempre carregados de equipamentos diversos, fazendo imagens, capturando espécimes de vários tipos de animais. As plantas, com suas folhas estranhas, tinham um brilho próprio. Deveria ser causado por alguma substância contida nelas.

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Fantástico Mundo Novo – Volume III – Capítulo VI – Vinte anos mais tarde.

  1. Vinte anos depois.

 

Os novos moradores de Orient, prosseguiram em sua faina de ocupar o território, desenvolver atividades agrícolas e industriais, num ritmo acelerado. Pareciam ter pressa em progredir. Por toda parte se viam sorrisos, gente cantando e se cumprimentando alegremente. As colônias, em questão de poucos anos, dobraram a população. Famílias numerosas, com oito a dez filhos em média, havendo até algumas com maior número de membros, especialmente aquelas compostas de homens com duas esposas. Os jovens casavam-se ao atingir a idade adulta. Os rapazes com 18 anos e as moças com 15, formando suas famílias. Os primeiros anos transcorreram com a produção, destinada principalmente à alimentação das pessoas e animais. Quando completaram vinte anos de vida no planeta, já existia uma geração inteira de nativos Orientianos. Os novos casamentos ocorriam entre homens e mulheres, mal saídos da puberdade, mas já nascidos em Orient. Alguns dos mais idosos haviam encerrado sua jornada na carne, sendo os primeiros ocupantes de pequenos cemitérios. Os mortos por doenças e acidentes ainda eram em pequeno número.

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Fantástico mundo novo!-Volume III – Recomeço em Orient. Cap. IV – Colônias são implantadas.

  • Colônias são implantadas.
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    As providências para eleger os ministros encarregados da administração civil de Orient, sob supervisão de Mink e seus dez auxiliares, desde Urantia foram tomadas. Diversos candidatos, todos eles com experiência comprovada em administração e conhecedores dos assuntos que iriam gerir, foram propostos. Em uma reunião geral no anfiteatro, eles apresentaram seus projetos de trabalho, para que o povo pudesse fazer sua escolha, de modo mais acertado. No dia marcado, todos que puderam estar presentes, participaram do pleito. A apuração foi feita sem demora, indicando, para ministro da mineração e indústria, um homem de nome Gamal, que fizera parte da administração de Kibong. Ali aprendera os segredos de uma administração eficiente e segura. Para dirigir os negócios da agricultura foi escolhido Cassiel, um dos primeiros discípulos das escolas de agricultura em Kibong.

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Fantástico mundo novo! – Volume III – Recomeço em Orient – cap. 03 – Novas expedições exploratórias.

  • Novas expedições exploratórias.

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    Os longos anos de entrevistas com Arki, haviam ensinado Mink a não tomar decisões apressadas. Convocou, para o período da manhã do dia seguinte, os dez membros iniciais, na verdade os chefes dos dez grupos. Em conjunto tomariam a decisão sobre a conveniência da implantação de uma colônia na região explorada pela expedição. Seria a primeira iniciativa de colonização e serviria de modelo para futuras colônias a serem estabelecidas em pontos mais distantes. Havia toda a questão de logística, de comunicação. Para começar, tentariam encontrar um caminho mais fácil. Se pudessem navegar até um ponto da costa, mais próximo da localização do lago, ficaria facilitado o transporte de material, suprimentos e equipamentos.

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Existe vida após a morte? (Reflexões sobre o Livro de Urantia).

Existe vida após a morte?

Vida após a morte

Vida após a morte! Uma eterna jornada rumo à Ilha do Paraíso.

Essa questão resume, em grande parte, as dúvidas de muitas pessoas durante a vida. É possível chegar a um acordo, minimamente aceitável, tomando a filosofia como base para estabelecer aos valores éticos e morais que norteiam a vida em comunidade, aceitar o término da vida sobre a Terra, como o fim de tudo. Mas é bem frustrante pensar dessa forma. Tanta luta, sacrifício, abnegação e reuncia, para terminar em um punhado de pó ou cinzas, em caso de cremação do corpo.

Por outro lado, nosso pensamento lógico, baseia-se sempre em um sistema de recompensa. O que eu ganho se eu cumprir todas as normas e regras, sem transgredir? Se a resposta for “nada”, ficamos, pelo menos, pouco satisfeitos. Se a pergunta for: O que eu perco se transgredir todas as normas e regras? Se a resposta for: “você vai para a prisão”, é possível ter alguma esperança de sair de lá, voltar a transgredir e ser esperto o bastante para não se pego em flagrante novamente.

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Fantástico mundo novo! – Volume II – Capítulo XI – Chega o momento da partida

11. Chega o momento da partida.

Com a aceitação de novos adeptos da doutrina, a revelação trazida por Arki alcançou boa parte da população de Kibong e mesmo nas localidades próximas. O movimento constante de comerciantes, viajantes diversos, se encarregou de estabelecer o contato de muitos com os ensinamentos. Onde a mensagem encontrava eco em velhas lembranças, passadas através de inúmeras gerações, não tardava a estabelecer-se a sintonia. Os anos passaram e a aceitação entre o povo tornou-se cada vez mais intensa. Muitos adoradores de deuses de barro, fenômenos naturais e outras crenças, viram na fé em um Deus de amor, todo poderoso residente na Ilha do Paraíso, algo mais convincente do que seus ídolos.

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Fantástico mundo novo! – Volume II – Cap. 06 – Grupo de pioneiros em formação.

  1. Grupo de pioneiros em formação.

Depois de selecionar os dez integrantes para iniciar a preparação da força de repovoamento, Mink voltou ao alto do penhasco, onde encontrou-se mais uma vez com Arki. Tinha agora o grupo completo e passou a apresentar um a um. Descrevia com minúcias os atributos que eles tinham. Pertenciam à variados grupos étnicos e sociais dentro da atual composição da população de Kibong. Nesse primeiro passo, cuidara de identificar características como a firmeza de caráter, capacidade de liderança e equilíbrio emocional. Teriam sobre os ombros a tarefa de preparar, por sua vez, dez novos líderes. Teriam que ser capazes de tomar decisões, manter o controle, mesmo em situações complicadas. Ao fim e ao cabo, cada um deles teria sob seu comando algo em torno de 1100 homens e mulheres. Isso exigia aptidão com certeza.

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