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Mais um livro lido: A Guerra do Paraguai, por Luiz Octávio de Lima

A Guerra do Paraguai. 

Por Luiz Octávio de Lima

Quero primeiramente agradecer ao meu filho Anselmo Daniel Adams que encontrou essa verdadeira jóia e resolveu presentear-me com um exemplar antecipadamente ao meu aniversário e também pelo Natal. O assunto me atrai intensamente.

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Na senda do monge! – Capítulo VII – A Guerra do Paraguai.

  1. A guerra do Paraguai.

    Civis-Guerra-Paraguai

    Civís durante a Guerra do Paraguai.

 

A família Batista continuou crescendo, reunindo netos periodicamente aos primeiros que haviam nascido. Ao despontar a década de 60, Roque e Alice eram pais de mais quatro pequenos, sendo três meninos e duas meninas. Júlio e sua mulher tinham tido mais dois meninos e uma menina. Já Antônio e Isabelita haviam acrescentado mais dois meninos. Afonso e Zulmira eram avós de peito estufado. Aos domingos era habitual reunirem a maioria dos netos. Os meninos geralmente pediam ao avô para contar histórias do tempo da Guerra dos Farrapos. Ele se fazia de rogado, apenas para tornar os pedidos mais insistentes. Depois punha-se a narrar suas aventuras daquele período de quase 10 anos que passara nos campos de batalha.

Todos os anos na época da Páscoa em especial, Afonso fazia questão absoluta de levar a família, desde o mais novo ao mais velho, para participar, ao menos uma vez ou duas durante a Quaresma, de uma via sacra na encosta do Cerro do Campestre. As crianças ouviam atentamente a narração de sua estadia ali, nos primeiros tempos, quando João Maria ainda se encontrava na região. O afluxo de romeiros em busca de cura nas Águas Santas, arrefecera com a ausência do Monge, mas jamais deixou de existir. A primitiva organização da comunidade prescrita por João Maria ainda se mantinha. Os doze zeladores, a aplicação das oferendas seguia em termos gerais o preconizado pelo documento “Aos do Campestre”.

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