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XIº Encontro de Escritores do Mercosul, Puerto Iguazú, Misiones, Argentina.

Certificados e fotos do Encontro.

Certificado de Participante Escritibas20151021_20464752

Certificado de participação do grupo Escritibas en la Calle (Escritibas na Rua)

Ao participar do encontro, sejam escritores, estudantes ou leigos interessados, ao se inscreverem todos adquirem o direito de receber um certificado de participação. Dessa forma, minha esposa ao me acompanhar e servir de minha motorista, bem como assistente, recebeu também seu certificado. O grupo Escritibas na Rua que representamos, recebeu também seu certificado. A baixo seguem cópias dos mesmos, além do programa resumido impresso no verso.

Certificado de Participante Rita 20151021_20420845

Certificado de Participante de Rita Conti Adams

Certificado de Participante Décio20151021_20443088

Certificado de Participante de Décio Adams.

Certificado de Participante Rita 20151021_20424276

Programação do Encontro, logomarcas dos patrocinadores e entidades participantes.

No último dia de atividades do encontro, mudamos de local. Agora nos reunimos em “La Aripuca” (A arapuca). É uma quadra bem grande da planta urbana de Puerto Iguazú, antes completamente degradada, onde uma família investiu a vida para mostrar que é possível resgatar e recuperar qualquer área. Eles ali plantaram árvores e plantas de todas as espécies, além de instalar uma arapuca gigantesca, feita de troncos inteiros de árvores, um local de encontros em bambu, mesas, cadeiras feitas de raízes arrancadas das lavouras. Vejam as figuras que ilustram o que existe no local. Um trabalho maravilhoso.

La Aripuca em Puerto Iguazu, Argentina20151021_22272152

Mapa de localização de La Aripuca.

La Aripuca em Puerto Iguazu, Argentina20151021_22275016

Instalações existentes em La Aripuca

Algumas fotografias de coisas existentes em La Aripuca. Mesmo sob muita chuva, o lugar é muito bonito de ver. Aproveitamento de tocos e raízes para fazer mesas e bancos rústicos, criando ambientes muito belos para diversas finalidades.

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Rita, Décio, Mabel, um colega argentino e Mosar, da esquerda para direita.

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Interior da arapuca gigante 1

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Interior da Arapuca gigante

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Recebendo brinde de Eduardo Galeano, coordenador do encontro.

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Raízes de árvores extraídas do solo.

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Bancos e mesas no exterior da Arapuca.

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Arapuca Gigante, construída em troncos inteiros de madeiras variadas.

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Casa de bambu

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Mesas e bancos de troncos e raízes na casa de bambú

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Mesas e bancos de bambú.

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Mesa e banco de bambu 2

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Mesa de raízes e pranchas rústicas.

Há muito mais para ser visto em La Aripuca. Parabéns à família que construiu esse espaço maravilhoso e dedica todos os dias à sua manutenção.

Curitiba, 25/10/2015

Décio Adams

decioa@gmail.com

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@AdamsDcio

Telefone: (41) 3019-4760

Celulares: (41) 9805-0732 / (41) 8855-6709

XIº Encontro de Escritores do Mercosul, em Puerto Iguazu – Argentina

XIº Encontro de Escritores do Mercosul

Prospecto de divulgação do Parque Nacional de Iguazu 21_21015292

Prospecto de divulgação Parque Nacional Iguazú

Prospecto de divulgação do Parque Nacional de Iguazu 20151021_21021806

Prospecto do Parque Nacional Iguazú 2

Prospecto Parque Nacional de Iguazu 20151021_21025651

Prospecto Parque Nacional Iguazú. Visão das Cataratas pelo lado argentino

Programa do XI Encontro de Escritores do Mercosul20151021_21032099

Prospecto Parque Nacional Iguazú. Visão das Cataratas pelo lado argentino.

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Portaria de acesso ao local do evento

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Partindo para participar do encontro.

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Encontrando o amigo Jefferson Dieckmann

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Momentos de abertura do evento.

Nos dias 09, 10, 11 e 12 do mês corrente, teve lugar na cidade de Puerto Iguazú, província de Misiones, no vizinho país Argentina, o XIº Encontro de Escritores do Mercosul. Na ocasião, o grupo Escritibas na Rua esteve representado por Jefferson Dieckmann e por esse escrevinhador. No dia 10 tive a oportunidade de proferir palestra sobre o evento histórico denominado Guerra do Contestado. Nos dias 09 e 10 as atividades tiveram como palco o antigo Hotel Cataratas, situado no interior do Parque Nacional de Iguazu, em território argentino.

Os dois últimos quadros fazem parte de uma visão ampla dos caminhos de acesso aos vários pontos das Cataratas, especialmente pelo trenzinho que leva os visitantes aos pontos mais distantes. Uma passarela, com estrutura em aço, apoiada sobre colunas de concreto fincadas no leito do rio, leva o turista até um ponto distante poucos metros da chamada Garganta do Diabo, vista de cima. É uma visão impressionante. A extensão da passarela é de 1500 m. Existe um bom número de cadeiras sobre rodas, para transportar os deficientes até a beira do grandioso espetáculo das quedas. Eu fui até lá, graças ao próprio chefe dos Guarda parques e um outro voluntário que se encarregaram de me transportar até o local.

No momento, o céu estava nublado e soprava vento em sentido contrário da correnteza, fazendo cair sobre os visitantes uma verdadeira chuva de respingos, molhando a todos, mas ninguém se importava com isso, pois a visão vale a pena. Gravei um vídeo da queda das águas e seu barulho ensurdecedor. Vou publicar no youtube, pois aqui o tamanho excede o limite permitido no site.

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No caminho de retorno da Garganta do Diabo, ao lado do Chefe dos Guarda parques argentinos.

Se a visão das Cataratas do Iguaçu, pelo lado brasileiro já é impressionante, eu afirmo, pelo lado argentino, a sensação é infinitamente mais grandiosa, pois pode-se ver a água precipitando-se desde poucos metros de distância, para as profundezas da Garganta, num torvelinho inacreditável. Elas formam um espetáculo incomparável. Se num dia nublado já é algo fantástico, imagino se a visita tivesse ocorrido em dia de sol  e céu limpo. Sem dúvida a grandiosidade da vista seria ainda mais impressionante.

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Vista de braço do Rio Iguaçu, no lado argentino, de sobre a passarela.

 Uma linha tracejada no prospecto indica a divisão do rio e mostra claramente que o lado argentino das Cataratas é muito mais amplo, com maior número de quedas e braços do rio. Aos Guarda Parques devo dar os sinceros parabéns pela gentileza com que nos trataram e a dedicação com que se empenham no trabalho que se propõe fazer. Há um único senão a destacar. Os caminhos pelo interior da área, são péssimos. O deslocamento dos turistas é feito utilizando um trenzinho especial que percorre toda a área. Os únicos automóveis que circulam pelo interior, são os utilizados pelos guardas.

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Passarela e vista do rio, a caminho da Garganta do Diabo

Uma senhora de nome Elza, natural de Posadas e eu tivemos a honra de sermos levados até a passarela, ida e volta, pelo próprio chefe dos guardas, no automóvel de seu uso. Os demais foram de trenzinho.

A Singularidade do ser, em verso e prosa, de Paulo de Jesus

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A Singularidade do ser, em verso e prosa.

A singularidade do ser em verso e prosa.

Esse é o título de um livro que li nos últimos dias. Pelo título pode-se observar que se trata de obra mista. Uma parte é escrita em versos, poemas. Outra parte ver vazada em prosa, uma tentativa de inovação de parte do autor. É companheiro de lutas no grupo Escritibas na Rua, todos os domingos pela manhã na feira do largo da ordem. Nossa barraca fica em frente à Feira do Poeta, ao lado da casa Romário Martins.

Trata-se de uma obra de bom gosto. Suas poesias intercalam os vários gêneros poéticos. Entre elas é possível encontrar poemas mais leves, assim como outros em que o autor procura tratar questões profundas, filosóficas. Trata-se de autor versátil, que transita entre temas de diferentes níveis.

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A Singularidade do ser, em verso e prosa.

É sem dúvida uma obra que merece ser colocada em sua estante, lida e divulgada.

Na parte apresentada em prosa, temos pequenos contos. Também há crônicas abordando diversos temas, de modo semelhante ao teor das poesias.

Amigo Paulo, não deixe de escrever, pois a prática leva ao aperfeiçoamento. Vale a pena investir no assunto.

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A Singularidade do ser, em verso e prosa.

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Escritibas, escritores de Curitiba. (Prosadores e poetas).

Encontro com Escritibas.

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Duas portas dão acesso ao interior do espaço Escritibas.

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Frente da Igreja da Ordem

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Escritibas presentes no domingo. Candieiro, Silvano (declamador e berranteiro), Brizola, Eu e mais três que esqueci os nomes.

 

Domingo, dia 14 pela manhã, fui até o largo da ordem, no centro histórico de Curitiba. Ali, ao lado da Igreja denominada Igreja da Ordem, funciona a feira de artesanato, comidas típicas, doces, livros usados e outras coisas.

Ao lado do Solar Romário Martins, funciona ha algumas semanas, a banca de um grupo de escritores curitibanos. Quando o tempo permite, é montada a barraca na parte externa, onde se expõe os livros dos participantes. Há de tudo. Prosa e verso. Romances e demais gêneros literários, produzidos pelos integrantes do grupo. Fui convidado a participar e fui conhecer, levando alguns exemplares dos meus livros.

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