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Fantástico Mundo Novo- Vol. III – Recomeço em Orient, Cap. VII – Conquista do espaço segue.

  1. Conquista do espaço segue.

 

Os componentes da equipe de tripulantes, dividiam-se em dois grupos. Dois permaneciam na nave, enquanto os outros quatro saiam em expedições de exploração pelas regiões mais próximas. Levavam dispositivos elétricos, capazes de disparar descargas, cujo efeito seria de paralisar e pôr fora de ação algum animal agressivo. Sabia-se muito pouco e a cada instante deparavam-se com exemplares representantes da fauna ou flora de Luxor. Havia flores e também frutos. As árvores não eram exageradamente altas, pelo menos na região onde haviam pousado. Afastavam-se até distâncias consideradas seguras, para o caso de ser preciso retornar depressa. Andavam sempre carregados de equipamentos diversos, fazendo imagens, capturando espécimes de vários tipos de animais. As plantas, com suas folhas estranhas, tinham um brilho próprio. Deveria ser causado por alguma substância contida nelas.

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Fantástico mundo novo – Volume III – Reinício em Oriente, Cap. VII-Aceleração geral.

  1. Aceleração geral.

 

O rápido progresso científico proporcionado pela verdadeira “queima” de etapas, quando os registros da antiga civilização foram decifrados e seus significados compreendidos, chegou a causar uma perturbação ameaçadora no equilíbrio de todo planeta Orient. No entanto, a chegada do Melquisedeque, em uma outorga extraordinária, teve o poder de restabelecer o equilíbrio. Os pequenos grupos remanescentes das antigas dissidências religiosas, aos poucos foram perdendo força e significado, levando à gradual redução de seu número de adeptos. Muitos deram liberdade aos filhos para seguir o caminho de sua própria escolha e eles optaram por seguir o que lhes pareceu mais condizente. Aderiram ao culto da Trindade do Paraiso. Outros, mesmo já adultos de certa idade, decidiram mudar de opção, aprendendo a doutrina da religião da revelação. Desse modo alcançou-se um estado de quase uniformidade religiosa, embora existissem pequenas diferenças de uma região para outra, mas a crença básica era idêntica.

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Fantástico Mundo Novo – Volume III – Capítulo VI – Vinte anos mais tarde.

  1. Vinte anos depois.

 

Os novos moradores de Orient, prosseguiram em sua faina de ocupar o território, desenvolver atividades agrícolas e industriais, num ritmo acelerado. Pareciam ter pressa em progredir. Por toda parte se viam sorrisos, gente cantando e se cumprimentando alegremente. As colônias, em questão de poucos anos, dobraram a população. Famílias numerosas, com oito a dez filhos em média, havendo até algumas com maior número de membros, especialmente aquelas compostas de homens com duas esposas. Os jovens casavam-se ao atingir a idade adulta. Os rapazes com 18 anos e as moças com 15, formando suas famílias. Os primeiros anos transcorreram com a produção, destinada principalmente à alimentação das pessoas e animais. Quando completaram vinte anos de vida no planeta, já existia uma geração inteira de nativos Orientianos. Os novos casamentos ocorriam entre homens e mulheres, mal saídos da puberdade, mas já nascidos em Orient. Alguns dos mais idosos haviam encerrado sua jornada na carne, sendo os primeiros ocupantes de pequenos cemitérios. Os mortos por doenças e acidentes ainda eram em pequeno número.

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Fantástico mundo novo!-Volume III – Recomeço em Orient. Cap. IV – Colônias são implantadas.

  • Colônias são implantadas.
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    As providências para eleger os ministros encarregados da administração civil de Orient, sob supervisão de Mink e seus dez auxiliares, desde Urantia foram tomadas. Diversos candidatos, todos eles com experiência comprovada em administração e conhecedores dos assuntos que iriam gerir, foram propostos. Em uma reunião geral no anfiteatro, eles apresentaram seus projetos de trabalho, para que o povo pudesse fazer sua escolha, de modo mais acertado. No dia marcado, todos que puderam estar presentes, participaram do pleito. A apuração foi feita sem demora, indicando, para ministro da mineração e indústria, um homem de nome Gamal, que fizera parte da administração de Kibong. Ali aprendera os segredos de uma administração eficiente e segura. Para dirigir os negócios da agricultura foi escolhido Cassiel, um dos primeiros discípulos das escolas de agricultura em Kibong.

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Fantástico mundo novo! – Volume III – Recomeço em Orient – cap. 03 – Novas expedições exploratórias.

  • Novas expedições exploratórias.

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    Os longos anos de entrevistas com Arki, haviam ensinado Mink a não tomar decisões apressadas. Convocou, para o período da manhã do dia seguinte, os dez membros iniciais, na verdade os chefes dos dez grupos. Em conjunto tomariam a decisão sobre a conveniência da implantação de uma colônia na região explorada pela expedição. Seria a primeira iniciativa de colonização e serviria de modelo para futuras colônias a serem estabelecidas em pontos mais distantes. Havia toda a questão de logística, de comunicação. Para começar, tentariam encontrar um caminho mais fácil. Se pudessem navegar até um ponto da costa, mais próximo da localização do lago, ficaria facilitado o transporte de material, suprimentos e equipamentos.

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Fantástico mundo novo! – Volume III – Recomeço em Orient, Cap. 02- Explorando o território.

    1. Explorando o território

     

    Na manhã seguinte, depois de um sono agitado, que chegou a preocupar Edith, Mink levantou resoluto. Mesmo sem descansar direito, cuidou da preparação de uma expedição exploratória na região ao sul do local onde estavam sediados. Reuniu os líderes e lhes apresentou sua decisão. Os dez logo perceberam que ali havia o dedo de Arki. O anjo deixara de estar presente durante semanas, mas a atitude de Mink era típica de um dia depois da visita do amigo celeste. Suas ideias estavam mais claras e definidas. Parecia estar sintonizado com o anjo e isso lhe modificava o comportamento. As decisões eram tomadas facilmente. Dois dentre eles, se prontificaram a providenciar o necessário para a expedição. Era um casal, embora não formassem família, sempre que possível, atuavam juntos. Tinham entre eles uma estranha sintonia.

     

     

     

     

     

     

     

     

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Caminhando nas pegadas de Roque Gonzales, por Sérgio Venturini

Caminhando.

Caminhando nas pegadas de Roque Gonzales.

Caminhando nas pegadas de Roque Gonzales por Sérgio Venturini

Sérgio Venturini, professor da rede de ensino público do Estado do Rio Grande do Sul, lotado em escola na cidade de São Luiz Gonzaga. É natural de Ivorá, no mesmo estado. Sua formação é na área de História e Geografia. Alia à atividade magisterial a pesquisa histórica, especialmente no que tange às reduções jesuíticas, tanto no território brasileiro, como nos países vizinhos Paraguai, Argentina e Uruguai. É devoto do agora Santo Roque Gonzales de Santa Cruz, jesuíta nascido no Paraguai e fundador de um grande número de reduções nos quatro países. O resgate dos fatos históricos da vida do santo, é objetivo de Sérgio.

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Fantástico mundo novo! – Volume II – Capítulo XI – Chega o momento da partida

11. Chega o momento da partida.

Com a aceitação de novos adeptos da doutrina, a revelação trazida por Arki alcançou boa parte da população de Kibong e mesmo nas localidades próximas. O movimento constante de comerciantes, viajantes diversos, se encarregou de estabelecer o contato de muitos com os ensinamentos. Onde a mensagem encontrava eco em velhas lembranças, passadas através de inúmeras gerações, não tardava a estabelecer-se a sintonia. Os anos passaram e a aceitação entre o povo tornou-se cada vez mais intensa. Muitos adoradores de deuses de barro, fenômenos naturais e outras crenças, viram na fé em um Deus de amor, todo poderoso residente na Ilha do Paraíso, algo mais convincente do que seus ídolos.

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Gotas de Poesia… de um Jovem Poeta… (Marcos Coelho)

Gotas de Poesia de um jovem poeta

Gotas de Poesia… de um Jovem Poeta… por Marcos Coelho

Gotas de Poesia…

por Marcos Coelho.

Um jovem poeta e fotógrafo. Em seu livro encontrei uma coisa inédita, pelo menos para mim. Reuniu, em um só volume, uma bela coleção de poemas de sua lavra, com uma variada coleção de imagens, obtidas por sua câmera fotográfica. Imagens variadas. Temos desde gotas de chuva e orvalho sobre as folhas das plantas, objetos decorativos, paisagens, animais e frutas. Tudo está entremeado de belos versos.

Para completar, o mesmo volume contem os poemas na língua portuguesa e espanhola. De um lado começamos a ler em português, até a página 119, acompanhadas de lindas imagens. Fechamos o livro e o viramos, começando pelo outro lado, onde novas imagens ornamentam os versos, dessa vez em espanhol, também até a página 119.

gotas de poesía de un Joven Poeta

Gotas de Poesía… de un Joven Poeta Por Marcos Coelho

Quem não for apreciador de poesia, tem no livro um conjunto de belas fotos que, por si apenas, valem o custo da obra. Me ficou uma dúvida: o Marcos Coelho é mais poeta ou mais fotógrafo? Creio que posso dizer, sem medo de errar, que se trata de uma combinação, em justa medida de poeta/fotógrafo ou talvez de fotógrafo/poeta. Me inclino mais pela primeira denominação, pois ele faz poesia com suas imagens. Porém, pensando bem, também pinta imagens  com suas poesias e com isso chego à conclusão que é melhor considerar um honroso empate. 

Vale a pena ter em sua estante esse belo trabalho.

gotas de poesia de um jovem poeta - marcos coelho

Gotas de Poesia… de um Jovem Poeta (Marcos Coelho) – Dedicatória.

Décio Adams

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