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Comemorando a sobrevivência – parte 2.

Novamente o mês de agosto.

Hoje, dia 11 de agosto de 2016, é outra data que preciso comemorar. Completo exatamente 18 anos de “sobrevida” à uma cirurgia de implantação de prótese total de artéria aorta. Dei entrada no centro cirúrgido do Hospital Sâo Lucas, velho conhecido da época de nascimento dos filhos, entre 7 e 8 horas da manhã. A cirurgia, prevista para durar em torno de 5 horas a no máximo 6, acabou demorando 9h30 min, seguida de duas horas e meia de recuperação, antes de ir para UTI. A prótese que fora prevista para ser somente o Y, onde a artéria se bifurca transformando-se nas duas femurais, foi preciso ser substituida por uma que vai do arco aórtico até o início das femurais, abaixo da virilha. Entre substituição e demora extra do procedimento, transcorreu um dia inteiro (12 horas), até que finalmente eu emergisse da sala de cirurgia.

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Comemorando a sobrevivência. – parte 1.

Faz cinco anos!

 

Há exatamente cinco anos, domingo, dia 07 de agosto de 2011, esse momento da minha vida foi decisivo. Estava próximo do momento crucial da morte, em consequência de um acidente sofrido na véspera, dia 06/08, pouco depois das 19 horas. Depois de superar uma crise suprema, retornei para continuar por mais algum tempo nesse mundo. Outras crises semelhantes seguiram-se, antes de superar definitivamente aquela fase.

Voltando ao dia anterior, o tempo estava ameno, nem frio nem quente, saí de casa, levemene agasalhado, em minha moto Suzuky Intruder 125. Ia para casa de meu filho Anselmo Daniel Adams, que ficava a distância de aproximadamente 10 km. A pouco mais de dois km de casa, pilkotando sem pressa, fui surpreendido por um farol forte no rosto, bem no começo de leve curva, ao final da rua Vicente Cicarino, no exato lugar do cruzamento dessa com a ferrovia. Um automóvel Ford K, invadiu minha pista e não houve tempo para desviar. O resultado foi uma colisão, de acordo com o laudo policial, um abalroamento lateral. A velocidade relativamente baixa (+_ 40 km/h), me projetou pouco para frente, a pouco mais de um metro do trilho ferroviário.

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