Feira Anual do Livro de Gramado II – A Feira.

A Feira Anual do Livro de Gramado
                     No dia 14 de junho, por volta das 20 horas, chegamos ao ponto inicial da Avenina das Hortênsias, que dá continuidade à rodovia RS-235 dentro da cidade de Gramado e termina nesse portal, que recebe o turista que chega pela mesma rodovia vindo de Nova Petrópolis. Viemos percorrendo a avenida inteira até poucos metros antes, onde entramos à esquerda, onde fica a casa de Flavia Ten Caten, onde ficamos hospedados. A chuva que nos acompanhava há horas, continuou caindo até de madrugada. Estávamos cansados, no entanto levamos um bom tempo para irmos dormir. Havia muito que conversar, contar, perguntar e responder. Flávia era criança quando minha família mudou do RS para o Paraná em 1967. Desde então nunca mais nos havíamos visto. Falávamos pelo facebook desde o ano passado. 

Portal de recepção ao turista que chega.

           O mesmo portal, visto pelo outro lado tem o aspecto a seguir. É uma despedida ao turista que vai voltando para sua casa, ou segue seu caminho. 

Portal de despedida do turista. 

          Estávamos hospedados a poucos metros desse lugar, ao lado do destacamento da polícia rodoviária estadual. 

          O domingo amanheceu bonito. O sol não tardou a varrer do céu as últimas nuvens e transformou o dia num belo domingo ensolarado. O tempo parecia me dar as boas vindas à feira da qual eu viera participar. Pela manhã saímos para conhecer um  pouco da cidade e depois ver o lugar da realização do evento, a assim denominada Rua Coberta. Logo ao chegar o visitante era acolhido por um grande cartaz, em forma de livro, alegoria ao evento. Vejam as fotografias que fiz ao lado do mesmo. 

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          Fomos conhecer o local das sessões de autógrafos, os quiosques de uma boa quantidade de livrarias que estavam ali instalados, colocando à disposição dos visitantes uma variedade bem grande de livros a todos os preços imagináveis. A impressão que eu tive a respeito, foi no geral boa. Estava ansioso pois minha sessão de autógrafos seria naquela tarde, à partir de 16 horas. 

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          Depois de vermos o local, fomos conhecer a igreja que fica do outro lado da rua, toda construída em pedras. É uma construção imponente nem tanto pelo tamanho que é até modesto, mas pela beleza de sua arquitetura. 
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             Depois de apreciarmos o exterior da igreja, entramos para ver o interior. aproveitei para pedir a benção para minha participação no evento logo mais à tarde. Vejam algumas imagens do interior. 
O pé do altar visto de perto.

Abóbada do átrio, onde está o altar. 

Vista da lateral esquerda do altar.

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ista do altar com o sacrário ao fundo.

Vista da lateral direita do altar.

Imagem do cristo morto na lateral esquerda.

Capela lateral esquerda.

Outra vista da mesma capela.

            Ao lado da igreja fica situada a fonte onde os casais deixam cadeados e mensagens, declarações de amor ou coisas assim presos. Havia tirado uma porção de fotos no local, mas um acidente com meu notebook, me fez perder as imagens. Lamentavelmente não havia feito um back up. Não vou mais correr esse risco futuramente pois tomei providências para evitar. 

          Voltamos à residência e nos preparamos para a tarde. Saímos para almoçar no centro em um restaurante indicado pela nossa hospedeira e depois nos dirigimos ao local da sessão de autógrafos. Não foi preciso esperar muito tempo, pois o almoço ocorreu em hora avançada. Terminamos após as 14 horas. 

           Pontualmente às 16 horas a “sala de visitas” de número 3 ficou livre para minha utilização. Trouxemos do carro os livros, folders e marcadores de páginas e demais utensílios que iríamos utilizar e nos instalamos no lugar. Eis abaixo a primeira imagem feita após a ocupação do espaço. 

           Nas duas imagens abaixo, estamos tomando chimarrão enquanto aguardávamos a visita dos leitores que se interessassem pelos meus livros. Estavam comigo nessa ocasião Flávia e sua filha Cristiane Inês. 



           Pouco tempo depois recebi a visita do patrono do evento, o também é escritor Jorge Luis Martins, que reside na cidade. Conversamos durante alguns minutos e ele falou de seu empenho em trazer o evento novamente à Rua Coberta, pois nos anos anteriores vinha sendo realizado nas imediações do Lago Negro, deslocado do centro da cidade. 

          Mais tarde recebi a visita de João Lempek, com quem troquei um exemplar do livro de contos de sua autoria por um exemplar do meu primeiro. Trocamos algumas informações e nos despedimos amistosamente.

         Uma senhora interessou-se por meu livro e adquiriu um exemplar. Ela se chama Stephanie e se encontra sentada, recebendo o livro de minhas mãos. 












          Na próxima imagem pode-se ver, do lado esquerdo a escritora Mariza Baur autografando o seu livro infantil Era uma vez um padre e um rei…, que trocamos, levando ela um exemplar do meu primeiro livro de contos. À direita estou eu autografando o meu. Na sequência a outra imagem ficou um pouco escura e Mariza, usando roupas também escuras ficou pouco visível. Nela estamos ambos segurando os livros que acabávamos de trocaro. 



















         Num outro momento encontrei com outro escritor nascido em São Paulo e que recentemente se radicou na cidade de Gramado, por gostar do clima. 

          Lamentavelmente o foco do evento não estava aparentemente bem definido. Os visitantes mais pareciam meros turistas visitando o lugar em busca de curiosidades e sem interesse algum em livros, coisa que ficava visível ao oferecer folhetos ilustrativos. A imensa maioria não demonstrava nenhum interesse, mal se dignando a voltar o rosto ligeiramente. Havia três locais para a realização dos autógrafos, denominadas salas de visitas. A primeira ficou desocupada menos de meia hora depois, abandonada pelo escritor decepcionado com o ambiente que encontrou. Na segunda estava Mariza Baur que conseguiu realaizar algumas vendas, tendo junto com ela uma ou duas meninas que traziam outras crianças do meio dos passantes para lhes mostrar o livro. Para falar a verdade, nos sentimos como meros ornamentos vivos para compor a vista que o visitante levava do lugar. Esperava haver um direcionamento mais intenso dos visitantes para o foco do evento. Valeu pelos contatos que fiz com os demais escritores. 

          Abaixo seguem algumas imagens do local do evento e outras da cidade de Gramado. Não houve como fazer visitas mais prolongadas devido ao retorno da chuva. Por isso optamos por partir na terça feira, dia 17 para a região noroeste do estado, onde vivem amigos e parentes. Lá também está a minha terra natal, o colégio onde estudei na adolescência. 

A imagem acima reúne Flávia Ten Cate, Minha esposa Rita, uma das proprietárias da livraria Café Conceito e eu. 
           Abaixo imagens que retirei de postagens do facebook, pois as que eu havia tirado, foram perdidas no acidente citado anterioremente. A primeira é uma alegoria a um acidente ocorrido no passado, envolvendo uma locomotiva e uma indústria. 

          Belíssima igreja de Canela, cidade irmã, a apenas 5 km de Gramado. Várias imagens dela iluminada em ocasiões festivas. 


      
          Gramado com neve.

            Dia frio em Gramado, mas de céu com algumas nuvens esparsas. 

Portal de entrada em dia de neve. 


            No dia 17 de junho, em torno de 9 horas nos despedimos de Gramado e rumamos para o interior do estado. 

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