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Fantástico mundo novo! – Volume III – Recomeço em Orient, Cap. 02- Explorando o território.

    1. Explorando o território

     

    Na manhã seguinte, depois de um sono agitado, que chegou a preocupar Edith, Mink levantou resoluto. Mesmo sem descansar direito, cuidou da preparação de uma expedição exploratória na região ao sul do local onde estavam sediados. Reuniu os líderes e lhes apresentou sua decisão. Os dez logo perceberam que ali havia o dedo de Arki. O anjo deixara de estar presente durante semanas, mas a atitude de Mink era típica de um dia depois da visita do amigo celeste. Suas ideias estavam mais claras e definidas. Parecia estar sintonizado com o anjo e isso lhe modificava o comportamento. As decisões eram tomadas facilmente. Dois dentre eles, se prontificaram a providenciar o necessário para a expedição. Era um casal, embora não formassem família, sempre que possível, atuavam juntos. Tinham entre eles uma estranha sintonia.

     

     

     

     

     

     

     

     

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Fantástico mundo novo! – Volume II – Capítulo XI – Chega o momento da partida

11. Chega o momento da partida.

Com a aceitação de novos adeptos da doutrina, a revelação trazida por Arki alcançou boa parte da população de Kibong e mesmo nas localidades próximas. O movimento constante de comerciantes, viajantes diversos, se encarregou de estabelecer o contato de muitos com os ensinamentos. Onde a mensagem encontrava eco em velhas lembranças, passadas através de inúmeras gerações, não tardava a estabelecer-se a sintonia. Os anos passaram e a aceitação entre o povo tornou-se cada vez mais intensa. Muitos adoradores de deuses de barro, fenômenos naturais e outras crenças, viram na fé em um Deus de amor, todo poderoso residente na Ilha do Paraíso, algo mais convincente do que seus ídolos.

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Fantástico mundo novo! Volume II – Capítulo X – Nuvens negras no horizonte.

10. Nuvens negras no horizonte.

A semana seguinte começou com nuvens negras surgindo no horizonte. A reunião em um mesmo aglomerado urbano, de grandes contingentes migratórios, oriundos de diferentes regiões, trouxe também o culto a deuses diversos. Os grupos de mesma crença, começaram a criar seus locais de culto, tinham seus prepostos ou dirigentes. O aparecimento de um novo grupo, dizendo-se portador de uma nova corrente de pensamento despertou em alguns, mais propensos a atitudes fanáticas, posições de repúdio e mesmo oposição aberta. Mink, líder do grupo, sentiu ser seu dever defendê-lo contra os ataques.

Antes de qualquer atitude, reuniu-se com os seus liderados para discutir com eles a situação. Não tinham intenção de fazer proselitismo, porém não poderiam aceitar simplesmente os ataques de alguns fanáticos. Houve quem se exaltasse, sugerindo que chamassem os outros cem membros, formando um bloco para se defender em conjunto. Depois de ouvir as opiniões de todos, Mink lembrou-lhes que deveriam primar pelas atitudes pacíficas. Não significando, no entanto, passividade. Deveriam começar por não aceitar provocações. Antes de dizer qualquer coisa em resposta, era importante invocar a ajuda celestial. Confiar e ter fé. Esse era o lema a ser seguido. Para complicar, havia a questão de Mink ser irmão do administrador Sumock, cujo mandato estava ainda em curso. Todo cuidado era pouco, para não criar problemas em sua família.

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Os Santos e o Livro de Urantia – Minha interpretação.

Os santos, o que são?

O Livro de Urantia afirma que após a morte física, se tivermos escolhido fazer a vontade do Pai, ou seja, Deus, buscando sincronizar nossa mente com o Ajustador de Pensamento, iniciaremos a nossa evolução no Mundo das Mansões. Nessa fase, existem sete “esferas” e começaremos pela primeira, no nível mais baixo da vida moroncial. Seremos acordados ou ressuscitaremos em um corpo semelhante ao que deixamos na terra, porém de constituição diferente. A matéria será moroncial e irá nos acompanhar ao longo das sete esferas, até chegarmos a Sálvington, capital do Universo Local, Nébadon. Lá é a morada do Filho Criador ou Micael, que viveu na Terra, ou seja Urantia, como Jesus Cristo ou Jesus de Nazaré. Esta foi a sua última auto-outorga na existência de uma de suas criaturas, no total de sete.

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Fantástico mundo novo! – Volume II – Capítulo VIII – Grupo viaja ao espaço.

  1. Grupo viaja ao espaço.

 

 

Durante dois anos e meio Mink se encarregou de transmitir, ao grupo selecionado, os ensinamentos recebidos de Arki. Ao constatar que haviam atingido um nível aceitável de firmeza na fé, domínio nos assuntos espirituais, fraternidade na convivência, comunicou esses dados ao anjo, no próximo encontro. Ao encontrar-se com o amigo, depois da apresentação inicial, falou:

– O grupo está em condições de prosseguir. Tudo que eu podia lhes transmitir, creio que está feito. É possível planejar a próxima etapa. Pensei que poderíamos fazer uma espécie de teste, apenas não sei como fazer isso.

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Fantástico mundo novo! – Volume II – Capítulo VII – Grupo se fortalece na fé.

  1. Grupo se fortalece na fé.

 

 

 

            Mink encontrou com parte do grupo, que caminhava na praça, no centro da cidade. Foi acolhido com saudação calorosa, como era de hábito entre eles. Contaram mutuamente os acontecimentos vividos nos dois dias precedentes. Apenas o jovem líder omitiu os pormenores de seu encontro com Arki. Ainda não era hora de revelar detalhes. Decidiram caminhar na região do porto. Estavam curiosos em ver o andamento das obras que constantemente eram realizadas no lugar. Nem mesmo no dia de descanso havia paralização total do movimento de entrada e saída pelo estreito. Mink lembrou das dimensões do cais na época em que haviam começado os seus encontros com o anjo. Quando observara do alto do penhasco a aproximação dos navios piratas e dera o aviso, salvando dessa forma todos os trabalhadores, bem como o porto de ser saqueado.

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Fantástico mundo novo! – Volume II – Cap. 06 – Grupo de pioneiros em formação.

  1. Grupo de pioneiros em formação.

Depois de selecionar os dez integrantes para iniciar a preparação da força de repovoamento, Mink voltou ao alto do penhasco, onde encontrou-se mais uma vez com Arki. Tinha agora o grupo completo e passou a apresentar um a um. Descrevia com minúcias os atributos que eles tinham. Pertenciam à variados grupos étnicos e sociais dentro da atual composição da população de Kibong. Nesse primeiro passo, cuidara de identificar características como a firmeza de caráter, capacidade de liderança e equilíbrio emocional. Teriam sobre os ombros a tarefa de preparar, por sua vez, dez novos líderes. Teriam que ser capazes de tomar decisões, manter o controle, mesmo em situações complicadas. Ao fim e ao cabo, cada um deles teria sob seu comando algo em torno de 1100 homens e mulheres. Isso exigia aptidão com certeza.

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Fantástico mundo novo! – Volume II – Capítulo V – Progresso traz problemas.

  1. Progresso traz problemas.

 

Seria utópico esperar que a aglomeração de um grande contingente humano, de deferentes procedências, trouxesse em seu âmago apenas pessoas de boa índole. Há sempre alguns indivíduos de menor qualificação moral no meio de grandes grupos. Dessa forma resultou que, concomitantemente com o desenvolvimento acelerado da cidade, também ocorreu um aumento de algumas formas de transgressão das normas de civilidade. A administração se viu na contingência de formar um corpo de segurança. Por sugestão popular, os integrantes desse grupo, foram selecionados entre os discípulos da escola de luta com as mãos. Iagushi Tomishi havia feito um trabalho maravilhoso. Formado uma imensa legião de adeptos da arte de lutar, usando apenas as mãos. Os mais destacados discípulos tornaram-se por sua vez instrutores de novas turmas.

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Fantástico mundo novo! – Volume II – Capítulo IV – População cresce depressa.

  1. População cresce depressa.

 

Ao longo dos primeiros anos do governo eleito em Kibong, ocorreu um fluxo migratório crescente para a cidade. Veio gente de variados lugares, gerando a necessidade de investimentos significativos para acolher toda população. Por sorte, em meio a esse fluxo, chegou também um numeroso grupo de homens de negócios, trazendo em seus pertences, significativas somas de moedas de ouro, prata. Joias, ouro e pedras preciosas tornaram-se coisa comum, em meio às muitas transações comerciais que passaram a ocorrer. Além de se instalarem com estabelecimentos comerciais diversos, estes senhores investiram em imóveis, construção de prédios diversos. Isso gerou escassez de mão de obra para o trabalho nas construções. Como consequência, correu a notícia de haver carência de braços para trabalhar e promessa de boa remuneração.

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